terça-feira, 9 de abril de 2019

IESS e PwC atuam no combate à fraude na saúde suplementar


O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar - IESS, em conjunto com a PwC Brasil, publicou estudo sobre a prevenção e o combate à fraude no setor de saúde suplementar.
De acordo com o estudo, os tipos mais comuns de fraude no setor são:

(a)      Fraude na declaração de saúde: o beneficiário omite a existência de doença preexistente.
(b)      Fraude no uso do plano de saúde: determinada pessoa não segurada usa a identidade de beneficiário para gozar indevidamente de determinado benefício.
(c)       Fraude no pedido de reembolso: aumento indevido dos valores dos serviços para aumentar indevidamente o reembolso a ser recebido.
(d)      Fraude no tipo de serviço: o médico, com a concordância do beneficiário, informa serviço diverso do realizado para obter a cobertura do plano de saúde.

Além dos mecanismos de fraude sob a concordância do beneficiário, outros mecanismos de fraude também foram imputados no estudo ao prestador de serviços de saúde:

(a)       Fraude na determinação da quantidade ou qualidade de materiais: o hospital declara que utilizou um número maior de materiais médico hospitalares para o plano de saúde, ou presta declaração indevida de que utilizou materiais de melhor qualidade do que os efetivamente empregados no procedimento.
(b)       Fraude na duração da internação: o médico prolonga desnecessariamente o período de internação do paciente para aumentar o número de diárias do plano de saúde.

As fraudes no setor de órteses, próteses e materiais especiais, bem como na obtenção de medicamentos também mereceram destaque.

Ações planejadas de integridade podem mitigar os riscos da operação.

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